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domingo, 2 de janeiro de 2022

[ARTIGO]

IMIGRAÇÃO E EDUCAÇÃO INFANTIL: ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE A EMEI E FAMÍLIA A PARTIR DO RELATO DE UMA MÃE BOLIVIANA 

Adriana De Carvalho Alves Braga
João Clemente de Souza Neto
José Paulo Ferreira dos Santos

Revista Zero-a-Seis, v. 23, n. 43, 2021



RESUMO: Neste artigo, discutimos alguns elementos que contribuem para a compreensão sobre a presença de crianças imigrantes e de origem imigrante na Educação Infantil, a partir da narrativa de uma mãe imigrante. Realizamos análise dos conceitos de diversidade, identidade e diferença, tratando de compreendê-los como categoria necessária para o estudo das dinâmicas instauradas a partir da presença das crianças imigrantes nos espaços educativos. Para conhecer a problemática na perspectiva da família, elaboramos um roteiro de questões que conduziram uma entrevista realizada com uma mãe boliviana que tem filhos pequenos matriculados na Educação Infantil. Os resultados da entrevista dão conta de que persistem situações de xenofobia, que se manifestam através de apelidos pejorativos em relação ao fenótipo, à origem e aos costumes, e dialogam com os debates necessários para a construção de estratégias de acolhimento.

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quinta-feira, 15 de julho de 2021

[DISSERTAÇÃO]

"O que gente passa é normal, acaba sendo normal": O olhar de mães refugiadas acerca da entrada de suas crianças em escolas dos municípios do Rio de Janeiro e Duque de Caxias

Domenique Sendra Heiderique

Texto (clique aqui)
Mestrado em Educação, 2020
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Orientação Profa. Dra. Maria Fernanda Rezende Nunes


RESUMO: De acordo com os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) só no ano de 2018, 70.8 milhões de pessoas foram obrigadas a se deslocar no mundo. No Brasil o quantitativo de solicitações de refúgio, segundo a 4ª edição do documento Refúgio em Números divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em 2019, já ultrapassa a marca de 160 mil. Neste panorama nacional, buscamos, através da delimitação geográfica em dois municípios do estado do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro e Duque de Caxias – compreender, através da ótica de mães refugiadas, como se dá o acesso e a integração de crianças refugiadas nos espaços públicos educacionais.