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domingo, 31 de julho de 2022

[ARTIGO]

Revisão literatura migração

Revisão de Literatura: crianças migrantes e refugiadas nas pesquisas em Educação Infantil (1988-2021)

GHIGGI, Gioconda
COUTINHO, Angela Scalabrin 

Revista Educação Em Questão,  v. 60 n. 63 (2022): jan./mar. 2022 




O presente artigo trata das produções acadêmicas sobre migração e refúgio na Educação Infantil brasileira, publicadas entre 1988 e 2021. Como percurso metodológico organizamos os seguintes procedimentos/etapas: i) definição das informações para busca de dados, ii) levantamento dos dados e iii) sistematização e análise. Foram localizadas 32 produções que evidenciaram cinco temáticas recorrentes: a) as famílias e as crianças; b) a língua materna e de acolhida; c) os/as profissionais de educação; d) instituições educacionais: acolhida, práticas e situações de racismo e xenofobia; e e) o direito à educação e as políticas educacionais. Observamos que nos últimos quatro anos (2018-2021) houve um crescimento de pesquisas envolvendo o recorte temático proposto. Os dados indicam a necessidade de mais pesquisas que considerem a Educação Infantil e as crianças de 0-5 anos migrantes e refugiadas, principalmente em contextos que receberam um grande número de crianças oriundas de ações de interiorização como a Operação Acolhida.

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Veja também:

quarta-feira, 15 de junho de 2022

[CURSO] Acolhimento de Imigrantes e Refugiados AVAMEC

 


O Curso de Atualização em Acolhimento de Imigrantes e Refugiados tem como objetivo qualificar professores e professoras ligados à inserção educacional de refugiados no Brasil para o contexto da Operação Acolhida.


CONTEÚDO

Módulo Introdutório

Módulo 1 - Ações de Acolhimento
Unidade 1 - A escola como ambiente acolhedor - a importância de reconhecimento das diversas culturas na aprendizagem
Unidade 2 - Dificuldades de integração dos refugiados e migrantes no Brasil
Unidade 3 - O que dizem as agendas internacionais sobre a vulnerabilidade da população de refugiados e migrantes nas escolas. A internacionalização da questão dos refugiados e migrantes
Unidade 4 - Olhar multicultural sobre as tendências pedagógicas no Brasil.

Módulo 2 - O professor e a heterogeneidade cultural – Práticas pedagógicas específicas para refugiados e migrantes
Unidade 1 - Revisão de práticas pedagógicas aplicadas a grupos pluriculturais
Unidade 2 - Identificação de atividades pedagógicas para gerar interesse e comunicabilidade
Unidade 3 - Multiculturalismo como norteador das práticas pedagógicas
Unidade 4 - Perfis dos refugiados e migrantes


domingo, 22 de maio de 2022

[LIVRO] Educação, migração e diversidade na contemporaneidade

 


Cláudia Valente Cavalcante; Daniela Colella Zuniga Ludovico; Adma Palmira; Jaime Noleto; Antonia de Paula Ribeiro [Orgs.] Educação, migração e diversidade na contemporaneidade. São Carlos: Pedro & João Editores, 2022. 170p. 

APRESENTAÇÃO

1. CRIANÇA REFUGIADA: DA PROTEÇÃO AO DIREITO À EDUCAÇÃO NO BRASIL - Adriana Almeida Sales de Melo Priscilla Franco Rocha 

2. MIGRAÇÃO E INFÂNCIA: O QUE DIZEM AS PRODUÇÕES CIENTÍFICAS DA ÁREA DA EDUCAÇÃO?  - Stéfani Rafaela Pintos da Rocha Yasmin Ramos Pires Geovana Mendonça Lunardi Mendes 

3. MIGRANTES, EDUCAÇÃO E EDUCAÇÃO FÍSICA: REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO ACADÊMICA - Brunna Thais Reis Sales Cláudia Valente Cavalcante 

4. HÁ UM CAMPO DE ESTUDO SOBRE EDUCAÇÃO E MIGRAÇÕES EM GOIÁS? O DESENVOLVIMENTO DE UMA ÁREA DE PESQUISA - Rômulo Sousa de Azevedo 

5. A EDUCAÇÃO COMO INSTRUMENTO PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA DA POPULAÇÃO IMIGRANTE NO BRASIL - Daniela Colella Zuniga Ludovico Cláudia Valente Cavalcante  

6. MIGRAÇÕES E EDUCAÇÃO: OFICINAS DE LITERATURA COMO ESPAÇOS NÃO-ESCOLARES DE ENCONTRO E RESISTÊNCIA - Caroline Couto Gisele Dhein Betina Hillesheim

7. NARRATIVAS EDUCATIVAS, LUGARES E MIGRAÇÕES: REFLEXÕES A PARTIR DO DOCUMENTÁRIO "HUMANO - UMA VIAGEM PELA VIDA" - Karoline Amanda Araújo Fábio Chang de Almeida Camilo Darsie

8. INFLUÊNCIAS DO PROCESSO DE BOLONHA NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS BRASILEIRAS – A QUESTÃO DA MIGRAÇÃO ESTUDANTIL INTERESTADUAL - Higo Gabriel Santos Alves Sylvana de Oliveira Bernardi Noleto

quarta-feira, 2 de março de 2022

[ARTIGO]

Crianças bolivianas na educação infantil de São Paulo: adaptação, vulnerabilidades e tensões 

FREITAS, Marcos Cezar de 
SILVA, Ana Paula 

Revista Cadernos de Pesquisa, v. 45, n. 157, 2015

Texto (clique aqui)



RESUMO: Este artigo analisa aspectos contraditórios e tensos presenciados na pesquisa sobre a adaptação de crianças bolivianas à rede municipal de educação infantil da cidade de São Paulo. O centro da análise está na complexidade que permeia o relacionamento dessas crianças com suas professoras. Foram observadas de perto interações entre crianças bolivianas e não bolivianas e de todas com seus professores. O foco direcionou-se predominantemente ao relacionamento entre crianças e professores. O período de observação foi de dois anos e as informações, trabalhadas em caderno de campo. O registro etnográfico foi complementado com entrevistas abertas. A observação possibilitou coletar o sentido que a condição de estrangeiro adquire na educação infantil de São Paulo e a construção de estigmas associados à produção da diferença como desvantagem para a criança que chega.

Imigração; Educação Infantil; Crianças Bolivianas; Cuidados com a Criança


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sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

[TESE]

A realização do direito à educação para haitianos: um estudo das condições em que ele se efetiva em um município paranaense

Ibañez, César Augusto

Texto (clique aqui)

Doutorado em Educação, 2018 
Universidade Federal do Paraná
Orientação: Mônica Ribeiro da Silva


Resumo: O presente trabalho trata de uma pesquisa desenvolvida em um município paranaense, acerca da realização do direito à educação para haitianos. Teve como objetivo investigar as condições em que é ofertada a educação para esses migrantes. O problema que norteou a investigação partiu da seguinte questão: em que condições o Estado brasileiro cumpre o que há no ordenamento jurídico nacional e internacional, sobretudo nos preceitos enfocados como direitos humanos de migrantes, no que se refere ao seu dever de garantir o direito à educação para essa população? A metodologia empregada caracteriza-se como pesquisa amostral qualitativa, considerando a saturação de possibilidades novas de descobertas no contexto pesquisado. Isto é, quando elementos novos não são mais depreensíveis dentro do universo de observação.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

[TESE]

De criança a estrangeira, de estrangeira a criança: mobilização social, agenda política e educação pública no município de São Paulo

NORÕES, Katia Cristina 

Texto completo pdf

Doutorado em Educação, 2018 
Faculdade de Educação
Universidade Estadual de Campinas
Orientação: Debora Mazza


RESUMO: O objetivo dessa pesquisa vislumbrou compreender as relações estabelecidas entre as demandas por educação postas pelos movimentos de migrantes internacionais e as respostas institucionais do município de São Paulo frente a tal contexto político. Nesse sentido, observamos as reais condições de inserção dos migrantes internacionais junto às políticas públicas e sociais, em particular na educação municipal de São Paulo durante o período de 2004 a 2014. Assim, as demandas compreenderam tanto o acesso e permanência nas escolas públicas, quanto solicitaram acesso a outros direitos, tais como a cultura aliado a inserção e a integração social para diferentes nacionalidades.

domingo, 2 de janeiro de 2022

[ARTIGO]

IMIGRAÇÃO E EDUCAÇÃO INFANTIL: ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE A EMEI E FAMÍLIA A PARTIR DO RELATO DE UMA MÃE BOLIVIANA 

Adriana De Carvalho Alves Braga
João Clemente de Souza Neto
José Paulo Ferreira dos Santos

Revista Zero-a-Seis, v. 23, n. 43, 2021



RESUMO: Neste artigo, discutimos alguns elementos que contribuem para a compreensão sobre a presença de crianças imigrantes e de origem imigrante na Educação Infantil, a partir da narrativa de uma mãe imigrante. Realizamos análise dos conceitos de diversidade, identidade e diferença, tratando de compreendê-los como categoria necessária para o estudo das dinâmicas instauradas a partir da presença das crianças imigrantes nos espaços educativos. Para conhecer a problemática na perspectiva da família, elaboramos um roteiro de questões que conduziram uma entrevista realizada com uma mãe boliviana que tem filhos pequenos matriculados na Educação Infantil. Os resultados da entrevista dão conta de que persistem situações de xenofobia, que se manifestam através de apelidos pejorativos em relação ao fenótipo, à origem e aos costumes, e dialogam com os debates necessários para a construção de estratégias de acolhimento.

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segunda-feira, 8 de novembro de 2021

[DISSERTAÇÃO]

¡No hablamos español! 
Crianças bolivianas na Educação Infantil paulistana

Ana Paula Silva

Mestrado em Educação, 2014
Educação e Saúde na Infância e Adolescência
Universidade Federal de São Paulo
Orientação: Prof. Dr. Marcos Cezar de Freitas

RESUMO: A presente dissertação investiga as formas de acolhimento e socialização oferecidos às crianças imigrantes bolivianas de segunda geração nas escolas de educação infantil da cidade de São Paulo. De perspectiva interdisciplinar, o trabalho que alia pesquisa bibliográfica e etnografia organiza-se a partir de três eixos. O primeiro deles dirige-se à contextualização de conceitos concernentes ao fenômeno migratório; o segundo diz respeito à legislação vigente relativa ao direito à educação, bem como à elucidação sobre os temas pertinentes ao atendimento na educação infantil; o terceiro se dedica à apresentação e à análise dos resultados obtidos por meio de levantamento de dados das fichas de matrícula, da pesquisa etnográfica e das entrevistas com os pais e as educadoras. O desenrolar desta pesquisa demonstrou a existência de atitudes preconceituosas e discriminatórias, as quais inviabilizam a construção de uma escola de educação infantil inclusiva, democrática e libertária. Tal aspecto aponta para a urgência na implementação de ações formativas que subsidiem as práticas educativas envolvendo a educação de imigrantes.

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quinta-feira, 15 de julho de 2021

[DISSERTAÇÃO]

"O que gente passa é normal, acaba sendo normal": O olhar de mães refugiadas acerca da entrada de suas crianças em escolas dos municípios do Rio de Janeiro e Duque de Caxias

Domenique Sendra Heiderique

Texto (clique aqui)
Mestrado em Educação, 2020
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Orientação Profa. Dra. Maria Fernanda Rezende Nunes


RESUMO: De acordo com os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) só no ano de 2018, 70.8 milhões de pessoas foram obrigadas a se deslocar no mundo. No Brasil o quantitativo de solicitações de refúgio, segundo a 4ª edição do documento Refúgio em Números divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em 2019, já ultrapassa a marca de 160 mil. Neste panorama nacional, buscamos, através da delimitação geográfica em dois municípios do estado do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro e Duque de Caxias – compreender, através da ótica de mães refugiadas, como se dá o acesso e a integração de crianças refugiadas nos espaços públicos educacionais.