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quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

[LITERATURA INFANTIL] Projeto "Mamma Lingua" (Itália)

Com uma mala distribuída em várias bibliotecas e instituições pela Itália, o projeto apresenta um conjunto com 127 títulos, destinado às crianças de 0-6 anos em várias línguas.


10 pontos sobre o projeto (em Português), 
por Graziella Favaro


domingo, 31 de julho de 2022

[ARTIGO]

Revisão literatura migração

Revisão de Literatura: crianças migrantes e refugiadas nas pesquisas em Educação Infantil (1988-2021)

GHIGGI, Gioconda
COUTINHO, Angela Scalabrin 

Revista Educação Em Questão,  v. 60 n. 63 (2022): jan./mar. 2022 




O presente artigo trata das produções acadêmicas sobre migração e refúgio na Educação Infantil brasileira, publicadas entre 1988 e 2021. Como percurso metodológico organizamos os seguintes procedimentos/etapas: i) definição das informações para busca de dados, ii) levantamento dos dados e iii) sistematização e análise. Foram localizadas 32 produções que evidenciaram cinco temáticas recorrentes: a) as famílias e as crianças; b) a língua materna e de acolhida; c) os/as profissionais de educação; d) instituições educacionais: acolhida, práticas e situações de racismo e xenofobia; e e) o direito à educação e as políticas educacionais. Observamos que nos últimos quatro anos (2018-2021) houve um crescimento de pesquisas envolvendo o recorte temático proposto. Os dados indicam a necessidade de mais pesquisas que considerem a Educação Infantil e as crianças de 0-5 anos migrantes e refugiadas, principalmente em contextos que receberam um grande número de crianças oriundas de ações de interiorização como a Operação Acolhida.

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Veja também:

terça-feira, 26 de abril de 2022

[DISSERTAÇÃO]

Crianças e adolescentes refugiadas e solicitantes de refúgio no município do Rio de Janeiro: desafios e perspectivas para a proteção social

Roberta Gomes Thome

Mestrado em Serviço Social,2019
PUC Rio
Orientadora Profa. Dra. Ariane Rego de Paiva


A presente dissertação analisou os desafios e perspectivas da proteção social de crianças e adolescentes refugiadas e solicitantes de refúgio no município do Rio de Janeiro, a partir da atuação de atores governamentais e não governamentais. Para tanto, empreendeu-se uma abordagem qualitativa a partir de entrevistas com doze profissionais de instituições voltadas para o atendimento da população refugiada e das que compõem o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente. Na compreensão dos dados coletados, utilizamos as normatizações nacionais e internacionais que regulam a proteção de refugiados e de crianças e adolescentes. A pesquisa permitiu debater as conexões entre integração local e acesso às políticas sociais, com foco nas ações e estratégias de inserção e nas dificuldades práticas e administrativas-jurídicas vivenciadas por esta população. Os resultados apontam para a potencialidade da intervenção das instituições junto a este público, mas revelam também que os marcos normativos por si só não são suficientes para a consolidação dos seus direitos. Concluímos que existem ainda desafios a serem enfrentados no campo das políticas sociais que atendem esse grupo social cujas especificidades devem ser reconhecidas no desenvolvimento dos seus serviços vislumbrando a reparação de mais uma das iniquidades sociais.


quarta-feira, 2 de março de 2022

[ARTIGO]

Crianças bolivianas na educação infantil de São Paulo: adaptação, vulnerabilidades e tensões 

FREITAS, Marcos Cezar de 
SILVA, Ana Paula 

Revista Cadernos de Pesquisa, v. 45, n. 157, 2015

Texto (clique aqui)



RESUMO: Este artigo analisa aspectos contraditórios e tensos presenciados na pesquisa sobre a adaptação de crianças bolivianas à rede municipal de educação infantil da cidade de São Paulo. O centro da análise está na complexidade que permeia o relacionamento dessas crianças com suas professoras. Foram observadas de perto interações entre crianças bolivianas e não bolivianas e de todas com seus professores. O foco direcionou-se predominantemente ao relacionamento entre crianças e professores. O período de observação foi de dois anos e as informações, trabalhadas em caderno de campo. O registro etnográfico foi complementado com entrevistas abertas. A observação possibilitou coletar o sentido que a condição de estrangeiro adquire na educação infantil de São Paulo e a construção de estigmas associados à produção da diferença como desvantagem para a criança que chega.

Imigração; Educação Infantil; Crianças Bolivianas; Cuidados com a Criança


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segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

[TESE]

De criança a estrangeira, de estrangeira a criança: mobilização social, agenda política e educação pública no município de São Paulo

NORÕES, Katia Cristina 

Texto completo pdf

Doutorado em Educação, 2018 
Faculdade de Educação
Universidade Estadual de Campinas
Orientação: Debora Mazza


RESUMO: O objetivo dessa pesquisa vislumbrou compreender as relações estabelecidas entre as demandas por educação postas pelos movimentos de migrantes internacionais e as respostas institucionais do município de São Paulo frente a tal contexto político. Nesse sentido, observamos as reais condições de inserção dos migrantes internacionais junto às políticas públicas e sociais, em particular na educação municipal de São Paulo durante o período de 2004 a 2014. Assim, as demandas compreenderam tanto o acesso e permanência nas escolas públicas, quanto solicitaram acesso a outros direitos, tais como a cultura aliado a inserção e a integração social para diferentes nacionalidades.

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

[DISSERTAÇÃO]

¡No hablamos español! 
Crianças bolivianas na Educação Infantil paulistana

Ana Paula Silva

Mestrado em Educação, 2014
Educação e Saúde na Infância e Adolescência
Universidade Federal de São Paulo
Orientação: Prof. Dr. Marcos Cezar de Freitas

RESUMO: A presente dissertação investiga as formas de acolhimento e socialização oferecidos às crianças imigrantes bolivianas de segunda geração nas escolas de educação infantil da cidade de São Paulo. De perspectiva interdisciplinar, o trabalho que alia pesquisa bibliográfica e etnografia organiza-se a partir de três eixos. O primeiro deles dirige-se à contextualização de conceitos concernentes ao fenômeno migratório; o segundo diz respeito à legislação vigente relativa ao direito à educação, bem como à elucidação sobre os temas pertinentes ao atendimento na educação infantil; o terceiro se dedica à apresentação e à análise dos resultados obtidos por meio de levantamento de dados das fichas de matrícula, da pesquisa etnográfica e das entrevistas com os pais e as educadoras. O desenrolar desta pesquisa demonstrou a existência de atitudes preconceituosas e discriminatórias, as quais inviabilizam a construção de uma escola de educação infantil inclusiva, democrática e libertária. Tal aspecto aponta para a urgência na implementação de ações formativas que subsidiem as práticas educativas envolvendo a educação de imigrantes.

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